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Esta sequencia de opiniões, publicadas na mídia alternativa e reproduzidas no site do FSM, colocaram em dicussão três leituras do significado do FSM 2018, quando ainda estava apenas em preparação: cumprir papel para a resistência em meio à adversidade, insistir em um modelo sem força política, reconhecer o espaço plural de construção de alternativas.

  1. Resistir para não abrir mão dos princípios de origem

Entrevista De Rita Freire à Sergio Ferrari.

TRECHOS

Claro que en el pasado el FSM encontró momentos más favorables para encontrar apoyo nacional e internacional. Pero hay que recordar que este proceso del Foro nació para afirmar principios que tienen particular sentido en momentos de tempestad como ahora.

Se viene dando, desde los golpes de Honduras y Paraguay, un consistente proceso de desmantelamiento de las democracias. Por medio de golpes duros o blandos, a través de decisiones jurídicas anómalas, la imposición de reformas sociales antisociales, etc. Toda esta realidad será un gran tema de debate en el FSM. Estos retrocesos evidentes en nuestro continente son acompañados por medios de comunicación que criminalizan a la izquierda y a los movimientos sociales. Es necesario formar conciencia social sobre el control de los medios y desconfianza popular hacia la información fácil, impuesta, martillada. No hay inocencia en la producción del odio contra la política y desprecio por la democracia.

Este FSM se da en tiempos de crecimiento de un conservadurismo cotidiano, expresado en el machismo, el racismo, el sexismo, el desprecio contra los migrantes, la negación de Jerusalén como Palestina, el incremento del miedo a lo que podría ser una guerra atómica.

Está en juego algo muy esencial para el FSM, el respeto a las voces diversas como factor de transformación. Estará eliminada la posibilidad de las alternativas si los territorios y las culturas donde estas se forman fuesen amenazadas por políticas restrictivas, disputas globales o destrucciones ambientales. Por eso, esas voces, necesitan ocupar la escena de las resistencias mundiales.

Esta edición de Salvador convocada con poco tiempo, escasos recursos -apenas el gran apoyo de la Universidad Federal y del Estado de Bahía- y en una situación nacional e internacional compleja, cuenta con la fuerza, convicción y entusiasmo de los convocantes. Pensamos que este FSM es posible y necesario. Y para muchas organizaciones y movimientos que la organizan dejar de abrir el espacio del FSM a la resistencia, sería abdicar de lo que afirmamos en el 2001 en Porto Alegre.

LER ENTREVISTA COMPLETA

http://www.surysur.net/rita-freire-fsm-de-salvador-resistencia-para-no-abdicar-de-los-principios-de-origen/

2. Um Fórum esvaziado de ideias, povos e lutas, muda-se para Salvador

Artigo de Aram Aharonian contesta visão defendida na entrevista

TRECHOS

O problema é maior quando se acredita que o que falta são recursos, quando a verdadeira falta é de ideias.

.

Se no início do movimento anti-globalização predominavam as teses de “mudar o mundo sem tomar o poder” de Toni Negri e John Holloway, a realidade premente fez com que o cenário do debate político e estratégico mudasse substancialmente.

O FSM foi ganhando progressivamente peso e influência? Certamente é hora de discutir uma atualização conforme os tempos, totalmente diferente de quando dois brasileiros pensaram na necessidade de um fórum anti-Davos. E Davos? Ah, do último Davos participaram mais chefes de Estado e primeiros-ministros do que da Assembleia Geral das Nações Unidas

Além disso, aqueles movimentos sociais que levaram os nossos presidentes reformistas (de esquerda, revolucionários, como quisermos chamá-los) ao governo, já não estavam nas ruas para defendê-los quando foi preciso: seus dirigentes foram cooptados (e burocratizados) para tarefas do governo e os movimentos desmobilizados.

A verdade é que as questões cruciais já não são debatidas no Fórum Social Mundial, talvez porque ninguém tenha pensado em colocá-las em uma agenda com muita inclinação onguista e europeia. E se são discutidas, ficará entre os presentes, uma vez que não existe sistema de comunicação com aqueles que não estavam nesse preciso fórum.

Também não há maneira (nem estrutura) para fazer uma síntese dos painéis que tratam do mesmo tema. Em outras palavras, os participantes só têm acesso ao que aconteceu no painel em que estavam: as experiências, os debates, as ações, não são socializados (ou são feitos apenas para esse pequeno setor). Não são disponibilizados àqueles que lutam contra a realidade atual.

Os antes entusiastas e agora críticos da organização assinalam que a tarefa do FSM não é construir alternativas: é um espaço interno dos participantes, que se encontram com outros igualmente motivados e convencidos, e retornam à sociedade mais convencidos e mais informados sobre o mesmo.

LER ARTIGO COMPLETO

http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/576334-um-forum-social-mundial-esvaziado-de-ideias-povos-e-luta-muda-se-para-salvador

 3. Quem tem boas práticas e novas ideias, que traga para o debate

Artigo de Mauri Cruz em resposta a Aram

ignorar a existência de centenas de movimentos sociais do Brasil, da América e do Mundo que estão envolvidos no processo de preparação e realização desta edição do Fórum Social Mundial é uma irresponsabilidade política.

… o jornalista uruguaio acaba reproduzindo, neste artigo sobre o FSM, sua antiga visão crítica em relação a esquerda mundial, em especial, de que falta a esta esquerda, novas propostas e novas práticas. Aliás, criticas que tem feito em vários outros artigos. Até posso concordar em parte com estas criticas, só não posso concordar que elas se apliquem ao FSM porque, há meu ver, este talvez seja o único espaço mundial, plural, diverso e democrático no campo anticapitalista que esteja buscando alternativas a esta “mesmice”, usando as palavras dele, que impera nas esquerdas “domesticadas”.

Tenho prá mim que um Fórum Social nunca será muito melhor do que o momento dos movimentos sociais mundiais permite. Ele sempre será, de uma forma ou de outra, o espelho do estágio de lutas e de acúmulo de forças do campo democrático e popular num determinado momento histórico.

No entanto, as edições do FSM podem, como processo, ser um laboratório para novas metodologias, práticas e, principalmente, contribuir para a constituição de uma cultura política de esquerda verdadeiramente horizontal e profundamente democrática. Onde as críticas, autocríticas e divergências sejam tratadas em discussões e diálogos coletivos e plurais e onde não haja o empoderamento apenas de algumas lideranças ou intelectuais. Uma cultura política que esteja próxima do que se idealiza de um poder popular enraizado nas comunidades e periferias de nossas sociedades. Neste sentido, a ética política expressa na Carta de Princípios segue sendo um poderoso farol para que as esquerdas e os democratas do mundo encontrem formas de diálogo e de busca de defesa dos bens comuns e da construção de uma sociedade igualitária e solidária.

Finalizo convidando o jornalista Aram Aharonian para que venha a Salvador,

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https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Movimentos-Sociais/Quem-tem-boas-praticas-e-novas-ideias-que-traga-para-o-debate/2/39459

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